Category Archives: who cares

.beginners

um filme lindo com ewan mcgregor e mélanie laurent.

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.Einmal um die Welt

aquela música que a gente escuta umas 500x no mesmo dia. ♥

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.medianeras

essa mania boba de printar filmes.

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.submarine

Porque às vezes é perturbador saber que ainda somos adolescentes e carregamos as mesmas sensações antigas.

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.na estrada

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Existem esses momentos em que se pensa demais e não se consegue dormir. No meu caso, penso na estrada. No mundo. É incrível essa sensação sufocante de estar em uma sala enquanto existem tantos lugares e pessoas que nunca vamos conhecer. Sempre pensei que a vida fosse uma egoísta que só fazia valer a pena em momentos que julgava apropriado. Engano meu. Nós que somos covardes em não enfrentar o comodismo que ela usa para vencer o discurso na mesa da cozinha. Alguns filmes e livros que falam sobre pessoas que saíram viajando por aí me deixam com um gosto seco na garganta. Gosto que não vai embora porque falta aprender o significado da palavra desapego.

.he wants you so bad

eu tenho essa mania boba de pesquisar sobre protagonistas logo após ver algum filme (além de passar uns três dias com a trilha sonora no repeat). claro, não são todos. em geral, apenas os bobinhos.

dia desses qualquer assisti novamente “(500) days of summer” e, claro, fui fuçar a vida do joseph gordon-levitt e da zooey deschanel. no meio do caminho, e não lembro como, cai numa entrevista do joe que aconteceu em agosto desse ano. mesmo com toda atenção voltada para o fato dele interpretar o menino robin no último batman, é engraçado como as pessoas não param de fazer perguntas sobre o filme que ele fez com a zooey em 2009.

e foi exatamente no meio de uma dessas perguntas sobre a summer, quando pensei que ele iria entrar em uma vibe meio “los hermanos não canto mais anna júlia”, que consegui entender tudo aquilo que eu não tinha visto até então:

“The (500) Days of Summer attitude of “He wants you so bad” seems attractive to some women and men, especially younger ones, but I would encourage anyone who has a crush on my character to watch it again and examine how selfish he is. He develops a mildly delusional obsession over a girl onto whom he projects all these fantasies. He thinks she’ll give his life meaning because he doesn’t care about much else going on in his life. A lot of boys and girls think their lives will have meaning if they find a partner who wants nothing else in life but them. That’s not healthy. That’s falling in love with the idea of a person, not the actual person.”

achei engraçado o ator sair do personagem para jogar um balde de água na fria na minha cara de “sim, eu choro toda vez que assisto ao filme”.

não sei, ainda vou sentir pena do tom cada vez que rever a cena do reencontro no parque, ou do casamento, ou aquela que ela encosta a cabeça no peito dele durante a viagem de trem, ou quando ela fala que um dia acordou e simplesmente soube que não era.

a gente é bobo, joe. vamos sempre chorar quando ele sair correndo da casa dela ao som de Hero.

eu sei, você tentou avisar. mas, no fundo, a maioria de nós apenas não têm talento para interpretar a rachel.

.jess ♥

jess day é uma daquelas meninas fofas, atrapalhadas, com um guarda-roupa lindo e apaixonantes que moram em séries bobinhas, como new girl. <3

a série foi renovada e parece que a segunda temporada começa em setembro.

.o olhar

Todos nós temos necessidade de ser olhados. Podemos ser classificados em quatro categorias, segundo o tipo de olhar que sob o qual queremos viver.

A primeira procura o olhar de um número infinito de olhos anônimos, em outras palavras, o olhar do público. É o caso do cantor alemão e da estrela americana, é também o caso do jornalista de queixo comprido. Estava habituado com seus leitores, e quando a revista foi fechada pelos russos, teve a impressão de que vivia numa atmosfera mil vezes rarefeita. Para ele, ninguém podia substituir o olhar dos desconhecidos. Sentia-se sufocar. Até que, um dia, compreendeu que estava sendo seguido a cada passo pela polícia, que estava sendo escutado quando falava ao telefone e até mesmo discretamente fotografado na rua. De repente, olhos anônimos o seguiam por toda a parte, e ele pôde respirar de novo! Ficou Feliz! Interpelava em tom teatral os microfones escondidos na parede. encontrara na polícia o público perdido.

Na segunda categoria, estão aqueles que não podem viver sem o olhar de numerosos olhos familiares. São os organizadores incansáveis de coquetéis e jantares. São mais felizes que os da primeira categoria, que, quando perdem seu público, imaginam que a luz se apagou na sala de suas vidas. É o que acontece a quase todos, mais dia, menos dia. As pessoas da segunda categoria, pelo contrário, sempre conseguem arrumar quem as olhe. Marie-Claude e a filha pertencem a ela.

Em seguida, vem a terceira categoria, a dos que têm necessidade de viver sob o olhar do ser amado. a situação deles é tão perigosa quanto daqueles do primeiro grupo. Basta que os olhos do ser amado se fechem para que a sala fique mergulhada na escuridão. É entre essas pessoas que devemos colocar Tereza e Tomas.

Por fim, existe a quarta categoria, a mais rara, a dos que vivem sob olhares imaginários dos ausentes. São os sonhadores. Por exemplo, Franz. Se chegou até a fronteira do Camboja, foi unicamente por causa de Sabina. O ônibus chacoalha na estrada da Tailândia e ele sente que os olhos de Sabina estão pousados nele.

Trecho de ¨A insustentável leveza do ser¨, de Milan Kundera.

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